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  • Foto do escritorRedação G7

PRESO POLICIAL SUSPEITO DE MATAR VENDEDOR EM GUARUJÁ

Um policial militar foi preso por suspeita de ter matado um vendedor em Guarujá, que está desaparecido desde janeiro deste ano. A informação foi confirmada ao site na tarde desta terça-feira (18). Além dele, outro policial também é investigado pelo sumiço de Cristian Domingos de Almeida, de 33 anos, após um jogo de futebol.


A prisão ocorreu na noite de segunda-feira (17), em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça, conforme informado pela Polícia Civil, por intermédio da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP). Nesta terça, ele foi encaminhado para o Presídio Romão Gomes, na capital paulista. O suposto comparsa dele, também PM, está afastado do serviço operacional.


Cristian está desaparecido desde a madrugada do dia 23 de janeiro. Na ocasião, ele assistia a um jogo de futebol em um bar, com amigos e um irmão. Segundo explica um familiar, depois do jogo, o irmão foi para casa e Cristian ficou com um amigo próximo a onde morava com os pais. Ele foi levado por dois homens em um carro, na Rua Maria da Conceição das Neves, no bairro Morrinhos. Na mesma época, o caso foi denunciado às autoridades na Delegacia Sede de Guarujá, onde foi registrado como sequestro e passou a ser investigado.


Uma testemunha, que prefere não se identificar, procurou o G1 e denunciou que os policiais militares estariam envolvidos no desaparecimento. De acordo com o relato, um deles teria assumido a essa pessoa o que fez. A Reportagem também teve acesso ao inquérito do caso, no qual é apontado que outra testemunha presenciou o momento do sequestro e reconheceu os policiais após o ocorrido.


O advogado Rodrigo Sorrentino, que representa a família da vítima, explica que fez a análise detalhada do documento, e que foram usadas imagens de câmeras de monitoramento para identificar a placa do carro que levou Cristian. O veículo, conforme relata o defensor, era de um dos policiais.


“Um mês após Cristian desaparecer, esse PM deu queixa de furto do carro, porém, o inquérito mostra que quebrou-se o sigilo telefônico dele, e pela antena do celular, confirmou-se que ele estava no local, no dia e hora do crime", explica o advogado.


Segundo Sorrentino, foram apreendidos materiais na casa do outro PM supostamente envolvido que aumentam as suspeitas. "Tudo leva a acreditar em homicídio, porque a testemunha afirma que viu dois disparos no local", diz.


A Polícia Civil informou que diligências ainda estão em andamento e detalhes não podem ser passados, pois o caso segue em sigilo. A Polícia Militar também apoia as investigações.





O G1 não localizou a defesa dos policiais militares até a última atualização desta reportagem.


G1/baixadaSantista

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